O professor Francisco Celso é o idealizador e Diretor Geral do Projeto RAP – Ressocialização, Autonomia e Protagonismo. Educador comprometido com os direitos humanos, a justiça social e a educação transformadora, Francisco Celso desenvolve seu trabalho a partir da integração entre arte, cultura Hip Hop e práticas pedagógicas críticas, utilizando o RAP como ferramenta de expressão, reflexão e construção de autonomia.
Sua atuação é marcada pelo compromisso com a socioeducação, pela valorização das identidades e pelo fortalecimento do protagonismo juvenil e comunitário. À frente do Projeto RAP, Francisco Celso coordena ações que ampliam vozes, criam oportunidades e constroem caminhos de ressocialização, reconhecendo a educação e a cultura como direitos fundamentais e potentes instrumentos de transformação social.
A Equipe Técnica do Projeto RAP – Ressocialização, Autonomia e Protagonismo é formada por profissionais comprometidos com a educação, a arte e os direitos humanos, atuando de forma integrada para garantir a qualidade, a coerência pedagógica e o impacto social das ações do projeto.
Sob a liderança do professor Francisco Celso, idealizador e Diretor Geral, a equipe conta ainda com um Diretor Executivo (Lucas Pinheiro), responsável pela gestão e articulação institucional; uma Diretora Artística (Marcilene Gomes - Mamá), que orienta os processos criativos e culturais; um Diretor Musical (Yuri Assunção - Castelo Beatz), que conduz as produções sonoras e formativas; uma Diretora de Audiovisual (Jully Kathleen), responsável pelo registro, pela linguagem visual e pela comunicação do projeto e um Assistente de Produção (Gabriel Mayê), responsável por toda a logística das atividades culturais. Juntos, constroem experiências educativas e artísticas que fortalecem a ressocialização, a autonomia e o protagonismo dos participantes.
Lucas Pinheiro
Mamá
Castelo Beatz
Jully Kathleen
Mayê
O Projeto RAP – Ressocialização, Autonomia e Protagonismo espera que o(a) integrante da equipe técnica atue de forma ética, comprometida e sensível às realidades sociais dos participantes. Espera-se uma postura colaborativa, escuta qualificada e atuação profissional alinhada aos princípios dos Direitos Humanos, da educação emancipadora e da valorização do protagonismo dos sujeitos, contribuindo para processos de ressocialização, fortalecimento da autonomia e construção de trajetórias mais justas e dignas.